Buraco Negro
(Soneto da autoria de Laurentino Piçarra)
(Soneto da autoria de Laurentino Piçarra)
Ao longe, enxergo o desconhecido,
Esse mistério que a todos atormenta
Com o seu reino de luto adormecido
Que, às almas, o vazio experimenta!
Esse mistério que a todos atormenta
Com o seu reino de luto adormecido
Que, às almas, o vazio experimenta!
A sua leve indiferença semeia receios
Sintomáticos da nossa vulnerabilidade
Da nossa nascente que jorra devaneios
Crenças controversas na imortalidade!
E esse buraco negro é a contradição
De tudo em que eu sempre acreditei,
É um oceano de poeira em negação!
Nunca desisti de procurar a luz pura,
Mas o profundo silêncio do Cosmos
É expressão do seu criador gótico.
Sintomáticos da nossa vulnerabilidade
Da nossa nascente que jorra devaneios
Crenças controversas na imortalidade!
E esse buraco negro é a contradição
De tudo em que eu sempre acreditei,
É um oceano de poeira em negação!
Nunca desisti de procurar a luz pura,
Mas o profundo silêncio do Cosmos
É expressão do seu criador gótico.
Imagem retirada de: http://www.gettyimages.pt/detail/v%C3%ADdeo/black-hole-filmes-de-arquivo/114403613, (Olga Groza)
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