Aleixo, o Poeta Genuíno
(Soneto da autoria de Laurentino Piçarra)
Leio e mergulho nos teus versos
Esculpidos de sentimentos genuínos
Que denunciam os vícios submersos
De uma sociedade sem desígnios.
Tens a perspicácia de um falcão
As garras afiadas de uma águia
A autoridade temida de um sultão
Cujo eco arriba às serras da Calábria.
És, na verdade, o poeta do povo!
Não vestes o manto da hipocrisia
Só para agradares aos poderosos.
Essa tua poesia é a janela do porvir
Porque nesse teu jogo de palavras
Contas-nos sempre as verdades a rir.

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